O primeiro contato que tive com O Apanhador no Campo de Centeio foi lendo algo relacionado a Mark Chapman, assassino de John Lennon. Chapman teria dito que a “explicação” para o seu ato pode ser encontrada nas páginas do livro. Eu tinha uns 15, 16 anos.
Na mesma época, li o livro e o que descobri não foram respostas para um ato de insanidade (até porque loucos não precisam de motivos para cometer loucuras), mas a história de um adolescente que sofre por ter uma sensibilidade extremante aguçada, num mundo cheio de cinismo e falso moralismo. As aventuras de Holden Caulfield, narrador e personagem central do livro, são acompanhadas de suas conclusões pessimistas e cheias de humor negro sobre tudo e todos os que o cercam, inclusive sobre si mesmo – sempre num tom coloquial, com frases que parecem sair da boca do protagonista direto para as páginas do livro.
The Catcher In The Rye (título original de O Apanhador…) foi lançado em 1951 e tornou-se imediatamente um best seller. Seu autor, J. D. Salinger, também ficou famoso por não querer ser famoso e viveu recluso por mais de 50 anos. Ele morreu hoje, aos 91 anos de idade em sua casa, na cidade de Cornish, N.H., Estados Unidos. Sua obra se resume a O Apanhador..., a coleção de contos Nove Estorias, além de duas compilações, cada uma com duas longas estórias.
Numa das passagens mais famosas de O Apanhador no Campo de Centeio (e uma de minhas preferidas), Holden Caulfield diz que livro bom é aquele que, quando a gente termina, tem vontade de ficar amigo do autor e ligar pra casa dele sempre que tiver vontade. Com sua opção pela reclusão, J.D. Salinger frustrou milhões de pessoas que um dia sonharam em trocar algumas palavras com o autor do seu livro preferido.
Na mesma época, li o livro e o que descobri não foram respostas para um ato de insanidade (até porque loucos não precisam de motivos para cometer loucuras), mas a história de um adolescente que sofre por ter uma sensibilidade extremante aguçada, num mundo cheio de cinismo e falso moralismo. As aventuras de Holden Caulfield, narrador e personagem central do livro, são acompanhadas de suas conclusões pessimistas e cheias de humor negro sobre tudo e todos os que o cercam, inclusive sobre si mesmo – sempre num tom coloquial, com frases que parecem sair da boca do protagonista direto para as páginas do livro.
The Catcher In The Rye (título original de O Apanhador…) foi lançado em 1951 e tornou-se imediatamente um best seller. Seu autor, J. D. Salinger, também ficou famoso por não querer ser famoso e viveu recluso por mais de 50 anos. Ele morreu hoje, aos 91 anos de idade em sua casa, na cidade de Cornish, N.H., Estados Unidos. Sua obra se resume a O Apanhador..., a coleção de contos Nove Estorias, além de duas compilações, cada uma com duas longas estórias.
Numa das passagens mais famosas de O Apanhador no Campo de Centeio (e uma de minhas preferidas), Holden Caulfield diz que livro bom é aquele que, quando a gente termina, tem vontade de ficar amigo do autor e ligar pra casa dele sempre que tiver vontade. Com sua opção pela reclusão, J.D. Salinger frustrou milhões de pessoas que um dia sonharam em trocar algumas palavras com o autor do seu livro preferido.
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